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Se os médicos do setor de emergência souberem que você é um doador, não vão se esforçar para salvá-lo

Se você está doente ou ferido e foi admitido no hospital, a prioridade número um é salvar a sua vida. A doação de órgãos somente será considerada após a confirmação de morte encefálica e depende do consentimento de sua família.

Quando você está esperando um transplante, sua condição financeira ou seu status é tão importante quanto sua condição médica

O que realmente conta é a gravidade de sua doença, tempo de espera, tipo de sangue e a compatibilidade.

É necessário algum documento ou registro expressando minha vontade de ser doador.

Não há necessidade de qualquer documento ou registro, apenas informe sua família sobre sua vontade de ser doador.

Somente corações, fígados e rins podem ser transplantados.

Órgãos que podem ser transplantados incluem coração, rins, pâncreas, pulmões, fígado e intestinos. Tecidos que podem ser doados incluem  córneas, pele, ossos, valvas cardíacas e tendões.

Seu histórico médico acusa que os órgãos ou tecidos estão impossibilitados para a doação.

Na ocasião da morte, os profissionais de saúde especializados farão uma revisão do histórico médico para determinar se uma pessoa pode ou não ser doadora. Com os recentes avanços na área de transplantes, um número cada vez maior de pessoas podem ser doadoras.

Você está muito velho para ser um doador.

Pessoas de todas as idades e históricos médicos podem ser consideradas potenciais doadoras. A condição médica determinará quais órgãos e tecidos poderão ser doados.

A doação dos órgãos desfigura o corpo e altera sua aparência na urna funerária.

Os órgãos doados são removidos cirurgicamente, numa operação de rotina, similar a uma cirurgia de vesícula biliar ou remoção de apêndice. É possível até contar com a sua urna funeral aberta.

Sua religião proíbe a doação de órgãos.

Todas as denominações religiosas apoiam a doação e o transplante, considerando-os como um gesto de amor.

Há um verdadeiro perigo de alguém poder ser drogado e quando acordar, encontrar-se sem um ou ambos os rins, removidos para ser utilizado no mercado negro dos transplantes?

Não há qualquer evidência de tal atividade ter ocorrido no Brasil.
Entendendo MORTE ENCEFÁLICA
O que significa “Morte Encefálica”?

O diagnóstico de morte encefálica é definido como "a parada completa e irreversível de todas as funções do cérebro". Isto significa que, como resultado de severa agressão ou ferimento grave no cérebro, o sangue que vem do corpo e supre o cérebro é bloqueado, causando a morte encefálica.

Quando é determinada a Morte Encefálica?

Um médico conduz os exames que confirmam ou não o diagnóstico de morte encefálica, baseando-se em sólidas e reconhecidas normas médicas. Os testes incluem exames clínicos para mostrar que uma pessoa não tem mais reflexos cerebrais e não pode mais respirar por si própria. Obrigatoriamente, todos os exames clínicos são realizados duas vezes, por médicos diferentes, com intervalo de algumas horas entre um e outro (depende da idade esse intervalo), para assegurar um resultado exato.

Adicionalmente, um exame complementar deve ser realizado para confirmar a ausência de fluxo sanguíneo cerebral ou atividade metabólica cerebral ou ainda a atividade elétrica cerebral. Os exames mais comumente realizados são doppler cerebral, eletroencefalograma e angiografia cerebral.

Os testes medem a atividade cerebral. É possível que uma pessoa com morte encefálica apresente atividades ou reflexos espinhais, como um movimento ou uma contração muscular. Eles são causados por impulsos elétricos que permanecem na coluna vertebral e são possíveis, mesmo que o cérebro esteja morto.

Importante: Lembre-se de que você pode pedir ao médico para lhe explicar ou mostrar como a morte encefálica de um familiar foi declarada.
O que acontece enquanto esses testes estão sendo feitos?

A pessoa é colocada em uma máquina que respira por ele ou ela, chamada ventilador, para que o cérebro envie sinais ao corpo para respirar.

Medicamentos especiais para ajudar na manutenção da pressão sanguínea e outras funções do corpo podem também ser administrados. Durante o teste da morte encefálica, o ventilador e os medicamentos continuam sendo usados, mas não interferem na determinação da morte encefálica.

Não há drogas que podem parar o trabalho do cérebro dando um falso diagnóstico?

Certos remédios podem mascarar a função cerebral, como relaxantes musculares e sedativos. Portanto, essas medicações devem ser suspensas antes da realização dos exames para excluir a possibilidade de falso diagnóstico.

Se a pessoa está realmente morta, por que seu coração ainda bate?

Enquanto o coração tem oxigênio, ele pode continuar a bater. O ventilador providencia oxigênio para manter o coração batendo por várias horas. Sem este socorro artificial, o coração deixaria de bater.

É possível que a pessoa esteja somente em coma?

Não. O paciente em coma está médica e legalmente vivo, podendo respirar quando o ventilador é removido e/ou ter atividade cerebral e fluxo sanguíneo no cérebro.

O que acontece quando sua morte encefálica é declarada?

Uma vez dado o diagnóstico de morte encefálica, a pessoa é declarada legalmente morta. Esta é a hora que consta no atestado de óbito.

Há mais alguma coisa que possa ser feita?

Antes da morte encefálica ser declarada, todo o possível para salvar a vida de uma pessoa é feito. Após a confirmação desse diagnóstico, não há qualquer chance de recuperação.

Dizer adeus a um familiar que está em morte encefálica é uma experiência difícil. Ele pode parecer que está apenas dormindo, estar aquecido quando tocado e até ter cor em sua face. O ventilador abastece os pulmões com ar. O monitor do coração pode indicar que  ele ainda está batendo. No entanto, a pessoa já está legalmente morta.

O que acontece em seguida à declaração de morte encefálica?

Após a comunicação a família da morte cerebral resta duas opções, manter o corpo nos aparelhos até o momento da retirada dos órgãos ou remover o ventilador e devolver o corpo a família, sendo responsabilidade da família a decisão de qual opção trilhar. Em alguns casos a causa da morte é violenta (traumatismo, lesões por arma de fogo, acidentes, etc) e a lei exige que nesses casos o corpo seja enviado para o Instituto Médico Legal para uma perícia médica e isso independe da doação ou não dos órgãos.

O que significa “Morte Encefálica”?
O diagnóstico de morte encefálica é definido como "a parada completa e irreversível de todas as funções do cérebro". Isto significa que, como resultado de severa agressão ou ferimento grave no cérebro, o sangue que vem do corpo e supre o cérebro é bloqueado, causando a morte encefálica.
Quando é determinada a Morte Encefálica?

Um médico conduz os exames que confirmam ou não o diagnóstico de morte encefálica, baseando-se em sólidas e reconhecidas normas médicas. Os testes incluem exames clínicos para mostrar que uma pessoa não tem mais reflexos cerebrais e não pode mais respirar por si própria. Obrigatoriamente, todos os exames clínicos são realizados duas vezes, por médicos diferentes, com intervalo de algumas horas entre um e outro (depende da idade esse intervalo), para assegurar um resultado exato.

Adicionalmente, um exame complementar deve ser realizado para confirmar a ausência de fluxo sanguíneo cerebral ou atividade metabólica cerebral ou ainda a atividade elétrica cerebral. Os exames mais comumente realizados são doppler cerebral, eletroencefalograma e angiografia cerebral.

Os testes medem a atividade cerebral. É possível que uma pessoa com morte encefálica apresente atividades ou reflexos espinhais, como um movimento ou uma contração muscular. Eles são causados por impulsos elétricos que permanecem na coluna vertebral e são possíveis, mesmo que o cérebro esteja morto.

Importante: Lembre-se de que você pode pedir ao médico para lhe explicar ou mostrar como a morte encefálica de um familiar foi declarada.
O que acontece enquanto esses testes estão sendo feitos?

A pessoa é colocada em uma máquina que respira por ele ou ela, chamada ventilador, para que o cérebro envie sinais ao corpo para respirar.

Medicamentos especiais para ajudar na manutenção da pressão sanguínea e outras funções do corpo podem também ser administrados. Durante o teste da morte encefálica, o ventilador e os medicamentos continuam sendo usados, mas não interferem na determinação da morte encefálica.

Não há drogas que podem parar o trabalho do cérebro dando um falso diagnóstico?

Certos remédios podem mascarar a função cerebral, como relaxantes musculares e sedativos. Portanto, essas medicações devem ser suspensas antes da realização dos exames para excluir a possibilidade de falso diagnóstico.

Se a pessoa está realmente morta, por que seu coração ainda bate?

Enquanto o coração tem oxigênio, ele pode continuar a bater. O ventilador providencia oxigênio para manter o coração batendo por várias horas. Sem este socorro artificial, o coração deixaria de bater.

É possível que a pessoa esteja somente em coma?

Não. O paciente em coma está médica e legalmente vivo, podendo respirar quando o ventilador é removido e/ou ter atividade cerebral e fluxo sanguíneo no cérebro.

O que acontece quando sua morte encefálica é declarada?

Uma vez dado o diagnóstico de morte encefálica, a pessoa é declarada legalmente morta. Esta é a hora que consta no atestado de óbito.

Há mais alguma coisa que possa ser feita?

Antes da morte encefálica ser declarada, todo o possível para salvar a vida de uma pessoa é feito. Após a confirmação desse diagnóstico, não há qualquer chance de recuperação.

Dizer adeus a um familiar que está em morte encefálica é uma experiência difícil. Ele pode parecer que está apenas dormindo, estar aquecido quando tocado e até ter cor em sua face. O ventilador abastece os pulmões com ar. O monitor do coração pode indicar que  ele ainda está batendo. No entanto, a pessoa já está legalmente morta.

O que acontece em seguida à declaração de morte encefálica?

Após a comunicação a família da morte cerebral resta duas opções, manter o corpo nos aparelhos até o momento da retirada dos órgãos ou remover o ventilador e devolver o corpo a família, sendo responsabilidade da família a decisão de qual opção trilhar. Em alguns casos a causa da morte é violenta (traumatismo, lesões por arma de fogo, acidentes, etc) e a lei exige que nesses casos o corpo seja enviado para o Instituto Médico Legal para uma perícia médica e isso independe da doação ou não dos órgãos.

Criado em 2012, o Instituto tem como objetivo ampliar a atuação da cooperativa em projetos de sustentabilidade socioambiental.  As ações apoiadas pelo Instituto Unimed Vitória estão alinhadas à missão da Unimed Vitória e ao conceito da Organização Mundial de Saúde (OMS), que estabelece saúde como estado que vai além do bem-estar físico, sendo direcionado, portanto, para a promoção da saúde em seu sentido mais amplo.

O Instituto Unimed Vitória é responsável por executar o Programa de Responsabilidade Socioambiental da cooperativa por meio de diversas ações e projetos de promoção à saúde nos eixos do desenvolvimento comunitário, cultura, educação, esportes e meio ambiente. O Instituto também desenvolve o programa de voluntariado corporativo e de ecoeficiência da Unimed Vitória.  Nesse sentido, o objetivo principal do Instituto é disseminar as premissas de desenvolvimento sustentável das comunidades que estão na área de atuação da cooperativa, por meio dos projetos apoiados.

Para serem apoiados os projetos e ações precisam atender os critérios estatutários de promoção à saúde do Instituto, bem como estarem de acordo com a política de Responsabilidade Social da cooperativa. As propostas são recebidas e submetidas à aprovação junto ao Conselho de Administração e ao Conselho Técnico do Instituto. Dessa forma, hoje existem três formas de apoio financeiro do Instituto Unimed Vitória a projetos e ações: Lei Rouanet, Lei do Esporte, Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e do Fundo do Idoso; Lei de Incentivo Rubem Braga; Utilização de Recursos do estacionamento do Hospital Unimed.

Para ampliar a atuação com a temática de saúde, bem como fortalecer nossas parcerias com outras instituições do terceiro setor, o  Instituto Unimed Vitória está encampando uma nova bandeira em 2016: A Doação de Órgãos.  Com esse posicionamento, o Instituto espera sensibilizar a sociedade para o tema, ampliando o número de pessoas que têm intenção em doar órgãos, engajando nessa causa a família, o doação, o que necessita de doação e os demais públicos que possam, de alguma forma, diminuir a demanda na fila de transplante de órgãos.

Criado em 2012, o Instituto tem como objetivo ampliar a atuação da cooperativa em projetos de sustentabilidade socioambiental.  As ações apoiadas pelo Instituto Unimed Vitória estão alinhadas à missão da Unimed Vitória e ao conceito da Organização Mundial de Saúde (OMS), que estabelece saúde como estado que vai além do bem-estar físico, sendo direcionado, portanto, para a promoção da saúde em seu sentido mais amplo.

O Instituto Unimed Vitória é responsável por executar o Programa de Responsabilidade Socioambiental da cooperativa por meio de diversas ações e projetos de promoção à saúde nos eixos do desenvolvimento comunitário, cultura, educação, esportes e meio ambiente. O Instituto também desenvolve o programa de voluntariado corporativo e de ecoeficiência da Unimed Vitória.  Nesse sentido, o objetivo principal do Instituto é disseminar as premissas de desenvolvimento sustentável das comunidades que estão na área de atuação da cooperativa, por meio dos projetos apoiados.

Para serem apoiados os projetos e ações precisam atender os critérios estatutários de promoção à saúde do Instituto, bem como estarem de acordo com a política de Responsabilidade Social da cooperativa. As propostas são recebidas e submetidas à aprovação junto ao Conselho de Administração e ao Conselho Técnico do Instituto. Dessa forma, hoje existem três formas de apoio financeiro do Instituto Unimed Vitória a projetos e ações: Lei Rouanet, Lei do Esporte, Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e do Fundo do Idoso; Lei de Incentivo Rubem Braga; Utilização de Recursos do estacionamento do Hospital Unimed.

Para ampliar a atuação com a temática de saúde, bem como fortalecer nossas parcerias com outras instituições do terceiro setor, o  Instituto Unimed Vitória está encampando uma nova bandeira em 2016: A Doação de Órgãos.  Com esse posicionamento, o Instituto espera sensibilizar a sociedade para o tema, ampliando o número de pessoas que têm intenção em doar órgãos, engajando nessa causa a família, o doação, o que necessita de doação e os demais públicos que possam, de alguma forma, diminuir a demanda na fila de transplante de órgãos.